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Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2025
Nas aulas do Zink o tempo passa a voar, Entre risadas, debates e ideias a saltar. As discussões animadas fazem a turma vibrar, As aulas tornam-se festas, difíceis de esquecer ou ignorar!  Entre textos e reflexões, o riso é garantido, O conhecimento chega, mas sempre divertido. Quem passou por essas aulas sabe bem reconhecer: Aprender com o Rui Zink é impossível não se entreter! 
A Praxe de Estudos Portugueses (e o tio Goucha) deseja a todos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

Notas finais (já com todas as participações)

 Ana Beatriz Marques – 17 Ana Isabel Silva – 16 Ana Sofia Carvalho – 18 Bianca - 19  Carolina Pina – 18 Catarina Mesquita – 18 Catarina Mendes – 17 Élia Martins – 17 Filipa Vivaldo – 18 Francesca Berti – 18 Guilherme Faísca – 18 Guilherme Rodrigues – 19 Iara Mendes – 18 Iris Carrão – 17  João Conde – 18 José Neto – 15 Leonardo Torbay – 18 Leonor Belo Graça – 17 Lourenço Rosa – 16 Ketlyn Souza – 16 Kétsia Santos - 15 Marcos Pita – 17 Margarida Figueiredo – 19 Maria João Costa – 19 Matilde Leandro – 18 Matilde Silva – 18 Miguel Pereira – 19 Pedro Lúcio – 17 Rodrigo Santos – 19 Rodrigo Teixeira – 19 Sara Martins – 17 Tiago Freitas – 18 Tiago Labocha – 18 Tomás Vila Nova – 16-17 Vicente Melo – 18

L I B E R D A D E

 Falámos algumas vezes durante este semestre sobre poesia visual e sobre as suas características e formas caricatas que tornam este género de poesia único. Lembrei-me deste poema de Joan Brossa, poeta, artista plástico e dramaturgo catalão do século XX, muito conhecido pela sua poesia visual. Penso em como, por vezes, almejava ter a liberdade que este transmite não só a mim, mas, calculo, a quem o veja. Sinto o desejo de me desconstruir e de flutuar, tal como estas letras. Ah, o ser livre como este poema e poder respirar como estas letras... 

Canção Tradicional Portuguesa Satírico-cómica

 Link para a apresentação(algumas musicas não estão na playlist, têm o link no final a apresentação para ouvirem): https://docs.google.com/presentation/d/1iqyJ5eFSx5t4r4ME5yyXs2tAki3-nXQh/edit?usp=sharing&ouid=111797227502376341542&rtpof=true&sd=true Link Playlist Spotify: https://open.spotify.com/playlist/0Zgql9exFmRq8iGyH4vejs?si=9c3a45833de547e0

De que forma "Parasitas" se encontram à margem?

       Após a visualização do filme Parasitas de 2019, dirigido por Bong Joon-ho, refleti sobre a questão de como é que alguns personagens deste filme se encontram à margem. Através da ironia, comédia, terror e choque, o filme Parasitas representa um dos temas mais impactantes da sociedade que é a distinção de classes e a desigualdade social.       As diferenças entre classes sociais são ilustradas através de detalhes específicos como a própria personalidade dos personagens. A família Kim demonstra ser astuta, pragmática, determinada e inteligente, características estas que lhes são cruciais devido à situação precária em que vivem. Já os membros da família Park aparentam ser ingénuos e encontram-se abstraídos na “bolha” em que vivem devido ao conforto e estatuto social que possuem.   O cheiro e também os espaços físicos são fatores essenciais que apresentam a desigualdade social entre as duas famílias. Bong Joon-ho utiliza os espaços f...

ATENÇÃO: Não andem a navegar pelo Reddit!

 No entanto, aconselho-vos a fazê-lo sobretudo naqueles dias em que precisem soltar uma boa gargalhada, porque a verdade é que, se há plataforma digital que nos permite encontrar os mais variados temas (considero que as pessoas lá falem de TUDO), é o Reddit. Claro que, a partir do momento que esta ou qualquer outra informação aparece no Reddit, é porque é, sem dúvida, verídica!  Assim, deixo-vos a minha descoberta de hoje, que ainda me fez rir imenso.  Para a descrição, deixo-vos aquilo que li num dos muito comentários:  "Elegemos o Ventura mas não votamos neste rei. Os otários somos nós. ". A reflexão está feita, dia 18 de janeiro já sabem! 
 Caros colegas e professor, deixamos uma pequena pista da apresentação que vamos realizar hoje.  https://www.tiktok.com/@tiago.almeidaa/video/7207886848427920645?_r=1&_t=ZG-91tQgk5k7tJ   Filipa Maria Vivaldo e Matilde Silva

Um Cartoon no meio das ruas de Lisboa

     No outro dia decidi, à ultima hora, ir a Lisboa ver as luzes com duas amigas e, durante o nosso passeio, deparamos-nos com este cartoon da autoria de DaCosta, cujo instagram é @dacostaworld.      É bastante irónica a forma como eu e as minhas amigas estávamos a usufruir do nosso privilégio que é poder passear pela rua livremente, sem nos preocuparmos com nada. Estávamos a viver um momento feliz ao lado umas das outras, a falar e a contemplar a magia da nossa bonita cidade.  E, de repente, deparamos-nos com este cartoon sobre a guerra e a forma como há pessoas que não têm as mesmas oportunidades que nós, e não podem simplesmente decidir à ultima hora ir passear pela rua e,talvez, nem sequer pensam nessa possibilidade, pelo facto de estarem tão habituados a viver encarcerados e com medo.        Neste cartoon, podemos ver, do lado esquerdo, uma figura de uma criança a agarrar uma carta para o pai natal, algo que todas as crianças ...

Recomendação cultural: "Viva La Muerte!" dos Mão Morta

     No seguimento da aula em que o professor mostrou a música FMI 1.ª parte, partilho convosco uma recomendação cultural com uma notória influência de JMB. Arrisco-me a dizer que, para mim, foi este o álbum mais revolucionário do rock português deste ano: “Viva La Muerte!” dos Mão Morta. É um álbum que narra uma nação que festeja a liberdade sem motivos para a celebrar. Toda a fusão de raiva existente alerta para a repetição dos vários ciclos de violência e opressão, que se repetem consecutivamente. Para os interessados, destaco as músicas “Deus, Pátria, Autoridade”, “Líder Povo Nação” e “Ratoeira Bélica”, que carregam consigo a importância de lutar contra tudo aquilo que nos aprisiona, não só na sociedade como também dentro de nós próprios. É um álbum urgente de se ouvir, e hoje mais do que nunca!  boas rockalhadas ;)  Matilde Leandro 

As noites em que ainda me sinto criança

Numa das primeiras aulas de Literaturas Marginais, falámos sobre como não vemos a realidade, mas apenas a relação que temos com a mesma: aquilo que sonhamos, tememos, projetamos. Talvez seja por essa razão que, ao regressar a casa, a minha realidade voltou a assumir a criança que fui, e que muitas das vezes ainda me sinto. Acredito que seja um sentimento presente em muitos de nós e, como tal, partilho convosco este texto que escrevi sobre essa exata aproximação à minha criança interior: Esta noite, deitei-me no mesmo quarto onde, em criança, adormecia com a cabeça repleta de sonhos e receios. Pedia à minha mãe que me deixasse dormir agarrada a ela, temendo os “monstros do escuro”, que pareciam conhecer o caminho desde a rua até à minha almofada, como se lhes pertencesse. Tanto desejei crescer, ser grande, ser uma Matilde livre. Mas mal sabia eu que os verdadeiros monstros não moravam no escuro.  Permanecem. Crescem connosco. Mudam de rosto, de voz, de pele, mas nunca de intenção. O...