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Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2025

Leitura de BD

  Um artigo com exemplos interessantes  aqui . Aqui , uma versão audio ('motion comic') de um grande texto:  The Killing Joke , de Alan Moore. 

"Água" em diferentes caligrafias

    Na aula de quarta-feira, dia 15/10, o professor propôs-nos um exercício que consistia em pegarmos exclusivamente na palavra "água" e a escrevê-la com uma caligrafia inspirada em diversas outras palavras, tais como: amor, romance, médico, hippie, de esquerda, de direita, etc.       Este exercício pode parecer um pouco peculiar à primeira vista, mas, se pensarmos bem, relacionou-se muito bem com o que havíamos discutido na aula. Ou seja, após os nossos comentários ao texto "Tafas: Um pincel que é nosso", que se afastaram bastante da ideia principal da obra, e após a explicação do professor sobre o tom original da mesma e sobre como devemos desenvolver competências para conseguirmos identificar os diferentes tons e os diversos assuntos dos textos.  Fazer este exercício complementa precisamente essa ideia de adquirirmos mais competências para que, numa primeira instância, o texto, seja ele qual for, não nos engane e possamos compreendê-lo de forma...

“Cor-de-rosa para meninas e azul para meninos” é uma invenção recente"

Partilho um link que vos levará a um site no google com um vídeo esclarecedor sobre um tópico abordado na aula de segunda-feira: a pré-seleção que fazemos hoje em dia das cores azul e cor-de-rosa que está infersa ao que era à uns seculos atrás. https://activa.pt/moda/2019-08-30-cor-de-rosa-para-meninas-e-azul-para-meninos-e-uma-invencao-recente/

Textos de apoio

 Aqui juntarei em molhinho uma boa parte dos textos abordados e/ou úteis para a cadeira. Alguns já viram, outros verão, outros ainda outono.  Pode ler o texto de Luiz Pacheco  aqui .  E rever a cena de abertura do filme  Valerian   aqui   Drummond  aqui .  Documentário sobre Luiz Pacheco com gente muito douta e importante  aqui .  O  cachecol  do artista (ainda Pacheco.) Entrevista na revista  Kapa  (1992). Charles Bukowski  dando bronca . Bukowski sobre  o tédio . Bukowski e  o amor . «O Sacristão» , de Somerset Maugham.  Fernando Aguiar e o  poema-processo . Eminem e a laranja mecânica.  Temas musicais  do Joker de Heath Ledger. Quando fala, há um ruído de fundo a sublinhar algo. Debate  no Parlamento sobre o casamento. Com respeito. Como a banda sonora  muda a imagem .  Euforia com a violência na p rimeira parte  de  Laranja Mecânica.  Stalker...

Cinco poemas concretos (e ainda outros)

 Pêndulo e companhia aqui .  Fernando Aguiar e o Poema-processo . 

Só poetas dizem poesia?

  Aqui um campeão de MMA, Paddy Pimbleton (nota: tem cara cómica, por ser de Liverpool, mas é danado para a tareia.) Aqui o nosso Cristiano nas grandes penalidades do euro2016. Aqui um Charles de Gaulle. E é ser ou não ser ou ser ou não ser ?

Outro conto de Borges: Pierre Menard, autor do Quixote

  PIERRE MENARD, AUTOR DO QUIXOTE                                                                                                                                                               A Silvina Ocampo   A obra visível que deixou este romancista é de fácil e breve enumeração. São, portanto, imperdoáveis as omissões e adições perpetradas por Madame Henri Bachelier num catálogo falaz que certo jornal, cuja tendência protestante não é segredo, teve a desconsideração de infligir a seus deploráveis le...

Van Gogh, o Suicidado da Sociedade

Venho partilhar com vocês um livro que aborda o tema da marginalidade: "Van Gogh, o Suicidado da Sociedade". O poeta francês, Antonin Artaud, em 1947, pouco antes da sua morte, ensaia como Van Gogh foi marginalizado e se tornou vítima de uma sociedade que não soube lidar com a sua lucidez, acusando-o de louco. Ao longo do texto, Artaud funde-se com Van Gogh, por partilharem o mesmo sentimento. Além de escrever de forma exímia e poética.  Sem me alongar mais, aconselho-vos a irem à biblioteca mais próxima requisitar este curto livro ou, se forem capazes de ler digitalmente, carregarem no link abaixo: Van Gogh, o Suicidado da Sociedade Miguel Pereira

O Tele-bzz-jornal

Deparei-me com esta informação depois da trágica perda de vários membros desta bzz-comunidade. Deixo aqui um apelo para que prestemos mais atenção a estes frágeis seres.  Apesar das notícias trágicas serem o foco destes telejornais, tenho a certeza que a próxima notícia seria uma homenagem fiel ao espírito livre e legado de Farrusca.                                                         Cartoon da autoria de Tony Lopes Voe alto, lendária Farrusca.

Jardim Gramacho - "Década jogada no lixo"

 Esta série de reportagens de 2022, "Década jogada no lixo" (https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/05/30/decada-jogada-no-lixo-dez-anos-apos-aterro-fechar-ex-catadores-de-jardim-gramacho-vivem-na-miseria-e-em-condicoes-insalubres.ghtml), visa retratar o Jardim Gramacho e as suas vidas após o encerramento do aterro em 2012. Julgo-a do maior interesse para aprofundar a reflexão sobre o documentário e, para quem nisso acredita, os seus sucessos e fracassos.  Bons pensamentos! 

“O trabalho liberta” Edgar Pêra 1992

  olá professor e turma aqui segue um documentário do Edgar pêra que comentei com o professor no final da aula que partilho com vocês     para tentar ganhar o ponto do Rodrigo. Penso que seja um pouco forte mas vocês aguentam. Este “documentário” gira à volta do paradoxo se o trabalho liberta ou aprisiona, onde aparecem o professor Agostinho da Silva que o professor falou em aula, também o Herman José entre outras figuras relevantes e com visões muito interessantes para a questão. Fala-se também da questão da marginalidade. Obrigad o, boas aulas Link:  https://youtu.be/DXdAvNZKqzg?si=gI0c11CKfU4MmHmz

A Literatura nas Tatuagens

A literatura, na sua essência, é a arte de dar forma e sentido à experiência humana através da palavra. Muitos artistas vêm a sua arte como uma fonte de expressão do que desejam que exista no mundo. Um músico compõe a música que deseja ouvir, um pintor retrata a paisagem que almeja contemplar. As tatuagens, por sua vez, são inscrições visuais e permanentes sobre o corpo, uma linguagem simbólica que comunica a identidade individual do seu portador. À primeira vista, parecem universos distintos: a literatura habita o livro, o papel, a página e a tatuagem, a pele viva. Contudo, quando observadas com atenção, percebe-se que ambas partilham uma vocação comum. Ambas partilham esta missão que é a de narrar, de fixar significados, de tornar o invisível visível. Assim, a literatura pode ser encontrada nas tatuagens não apenas como texto ou citação, mas como manifestação da necessidade humana de contar e de ser contado. Mais recentemente, as tatuagens com fragmentos literários, nomeadamente v...

Marginalizar, censurar

 

Forum Fantástico

 FC & etc .  3 a 5 outubro 

Um pincel que é nosso!!!

 

Fio de Ariadne?