Infelizmente não sei (talvez nao seja mesmo possível) inserir PDFs nesta plataforma, gostava de partilhar algumas coisas, mas, ao que parece, estou a ser censurado.
De qualquer forma, deixo aqui uma bela interpretação de uma peça que nos dá outra perspetiva face à morte, não nos ajuda muito a compreender a mente do individuo que prevê o seu fim, mas retrata lindamente aquele que o nega.
Os que, por acaso, vejam a peça antes da minha apresentação de segunda feira, notem que este é um dos casos em que quanto mais teórica a obra é, pior ela fica (refiro-me ao corpo de obra de Ionesco, não apenas a esta peça), então, sendo esta uma das menos teóricas, tem uma subtileza tal que nao chega a ser idiótica a sua análise, mantendo uma profundidade necessária a não cair na representação ignorante e sem conteúdo que se limita a apontar e a fazer umas palhaçadas para o pessoal rir-se um pouco, é um balanço perfeito entre o "gozão" e o "iluminado".
A nossa morte pode ser sempre a primeira, mas espero que a vossa venha antes que a minha, aproveitem!
Creio que tenham a capacidade de identificar que esta é apenas a parte um de duas partes, sendo vocês responsáveis por encontrar a parte dois no arquivo da RTP, caso desejem acabar de ver a peça, tarefa que se revelará, provavelmente, nao demasiado complicada, e que me perdoem por qualquer erro na acentuação das palavras, fui amaldiçoado com um teclado espanhol, é a cruz que carrego, já o aceitei, não tenho direito a tiles...
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